Escola da AGU irá pagar inscrições em curso sobre combate à corrupção em contratações

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Publicado : 18/07/2017 - Atualizado às : 10:36:50

Foto: ae.fd.unl.pt
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Procuradores da Fazenda Nacional e do Banco Central, advogados da União, procuradores federais e servidores administrativos da Advocacia-Geral da União (AGU) participarão do curso “Mecanismos de Controle e Combate à Corrupção na Contratação Pública” em Lisboa, no mês de outubro. A Escola da AGU (EAGU) irá custear a inscrição nas aulas de 14 membros e servidores da instituição.

O curso será oferecido na Universidade Nova de Lisboa entre os dias 28 de outubro e 3 de novembro e contará, no total, com a participação de 30 membros e servidores da AGU. A EAGU irá custear as inscrições (no valor de 900 euros) de 14 membros e servidores, distribuídas da seguinte forma: procurador da Fazenda Nacional (duas inscrições); procurador do Banco Central (uma inscrição); advogados da União (quatro inscrições); procuradores federais (cinco inscrições); e servidores da AGU (duas inscrições).

Para as demais vagas, os membros e servidores arcarão com os custos da inscrição. Em todos os casos, os participantes arcam com os custos de passagem hospedagem. É a primeira vez que a EAGU custeia inscrições para servidores administrativos em eventos internacionais. Além disso, procuradores da Fazenda Nacional e do Banco Central passaram a integrar a política de custeio de inscrições da Escola da AGU.

Para Paulo Fernando Soares, vice-diretor da EAGU, “o curso contribuirá com as atividades dos membros e servidores da AGU porque foi moldado, exatamente, para atender às necessidades específicas da instituição”. De acordo com o dirigente, como em regra,  toda contratação federal passa pela análise da AGU, os membros e servidores devem estar atentos não apenas às formalidades legais, mas aos aspectos de verdadeira tutela e interesse, “sendo as experiências internacionais e comparadas fundamentais para compreender como se pode combater a corrupção a partir dos mecanismos de controle e combate na contratação pública”.


 
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